Nota fiscal de entrada e saída: entenda a diferença!

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Nota fiscal de entrada e saída: entenda a diferença!

Nota fiscal de entrada e saída: entenda a diferença!

Entre as várias obrigações que um empreendedor possui, uma se destaca: estar em dia com as suas responsabilidades fiscais. Responsabilidades essas que incluem fazer a emissão correta de notas fiscais de entrada e de saída, e, claro, saber a diferença entre ambas para não cometer nenhum deslize, e ter que enfrentar problemas futuros.

Por isso, que tal saber agora, definitivamente, qual a diferença entre esses dois tipos de notas fiscais?

Pra começar: afinal, o que é uma nota fiscal de entrada?

Basicamente, esse tipo de nota se refere ao que entra na sua empresa. Mesmo que pareça uma definição simples, é necessário ficar atento a certos detalhes. As notas de entrada, por exemplo, são aquelas que chegam juntamente com produtos e serviços adquiridos por seus fornecedores. Esses documentos, é preciso deixar bem claro, são importantíssimos tanto para a logística, quanto para a sua gestão de estoque.

Além disso, a legislação brasileira indica algumas situações bem específicas em que é preciso emitir uma nota fiscal de entrada. Por exemplo: nas devoluções (quando o cliente está devolvendo o produto por qualquer motivo), nos transportes (quando a empresa compra um produto e se responsabiliza pelo seu transporte) e nas importações (no caso do produto ser importado, já que o documento do seu país de origem pode não ter nenhuma validade aqui).

E, a nota fiscal de saída? O que é?

Pela lógica, essa nota se refere a tudo o que sai da empresa. São essas notas, inclusive, as que ficam com os clientes ao comprarem algum produto ou serviço seu. Por sinal, esse tipo de nota é mais emitido com frequência nos negócios varejistas.

Mas, não é só isso. Trata-se de um documento que, acima de tudo, garante os direitos do consumidor. Afinal, são essas notas que comprovam uma compra, sendo úteis, por exemplo, em caso de devoluções.

Lembra-se do antigo cupom fiscal? Pois é, a nota fiscal eletrônica veio justamente para reduzir a burocracia na emissão de um documento de saída de um produto ou serviço. Por sinal, fazer a nota fiscal ser emitida eletronicamente foi um avanço e tanto para as empresas, que não precisaram mais guardar resmas e mais resmas de papel em  seus arquivos físicos.

O procedimento para a emissão dessa nota é bem simples. Assim que a venda for realizada, o vendedor ou simplesmente o responsável pelo faturamento deve emitir a nota e anexar o DANFE gerado junto com o produto. Além disso, a empresa também é obrigada a passar para o cliente o arquivo XML da venda, seja através de uma mídia física, seja através de uma que seja digital (por e-mail, por exemplo).

Além das operações de venda, a nota de saída pode ser emitida em outras operações, e, por isso, é importante sempre ter contato com a sua contabilidade para saber em quais situações uma nota fiscal dessas é obrigatória.

O que podemos concluir?

Como podemos verificar neste texto, o controle das operações de entrada e de saída de uma empresa é primordial em vários aspectos, como, por exemplo, para o fechamento do mês, para o controle financeiro do empreendimento e para o controle sistemático do estoque. Isso tudo sem contar que uma nota fiscal é importantíssima para garantir a legalização do transporte de uma mercadoria entre fornecedor e empresa.

É preciso ficar de olho para a emissão correta dessas notas, analisando caso a caso a necessidade ou não delas, visto que o lançamento de uma é algo minucioso e que não pode admitir erros. Qualquer dúvida, inclusive, pode ser facilmente tirada com o seu contador.

E se tratando de notas fiscais, todo cuidado (ainda) é pouco.

 

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